Se você já ouviu sobre o Kopi Luwak, considerado o café mais exótico do mundo e também o mais caro e saboroso, é produzido a partir dos grãos comidos pelo civeta. (Veja na revista Galileu: http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT883955-1719,00.html). O civeta é um mamífero parecido com um gambá, mais ou menos… olha ele aí…

civeta
Civeta, um marsupial.

Na Indonésia, local de origem do café Kopi Luwak, as palavras Kopi e Luwak significam, respectivamente, café e civeta. Os pesquisadores explicam que à medida que o grão passa pelo sistema digestório do animal, ele sofre um processo de modificação parecido com o utilizado pela indústria cafeeira para remover a polpa do grão de café, mas que envolve bactérias diferentes das usadas pela indústria, além das enzimas digestivas do animal. É isso que dá ao Kopi Luwak seu sabor característico inigualável. Há pouco tempo existe denúncia de maus tratos da civeta. O que muito nos entristece. Mas enfim, o Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café, e nós temos uma versão tupiniquim do Kopi Luwak, o especialíssimo café Jacu Bird.

O Jacu Bird Coffee é feito a partir dos grãos comidos e expelidos pelo pássaro de mesmo nome na Fazenda Camocim, no Espírito Santo. “Demos a nossa contribuição para ajudar a mostrar o país de boas qualidades, integrado com a natureza e que tem coisas bacanas e diferenciadas. Pelo menos café bom eles tomaram”, brinca o carioca Henrique Sloper, dono da fazenda, sobre o Brasil ter escolhido o segundo café mais exótico do mundo para ser o seu representante nas Olimpíadas de 2014.

 

“Nós levamos um ano e meio para dominar a técnica de fazer bebida boa a partir de cocô de passarinho”, comenta Sloper, detentor da patente do café.

 

Segundo Sloper, foram interceptadas em Minas tentativas de produtores de copiar a técnica desenvolvida na Camocim, mas de forma errada, com os jacus presos em cativeiro. “Ficamos sabendo que alguns produtores estavam tentando prender o jacu e ensiná-lo a comer café. Mas não foi assim que aconteceu na nossa fazenda, onde o processo nasceu naturalmente”, diz.

Nosso selecionador natural de café está aqui…

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A ave Jacu.

“O sabor do Kopi Luwak, que é um marsupial e se alimenta também de carne, é mais terroso, tem um cheiro muito forte. Já o do jacu é um normal, mais frutado”, conclui.

O JACU BIRD COFFEE  da Fazenda Camocim é um café orgânico e biodinâmico, cujos melhores grãos são selecionados, no pé, pelo Jacu, ave vegetariana que habita áreas florestadas e conservadas onde sua presença é sinal de saúde ambiental da região.

Por isso o Jacu Bird é o café super premium do Brasil. E você encontra aqui na Confraria do Chá.

 

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As cores fazem parte de nossa vida. Mas na alimentação elas promovem atração, indicam sabor ou até mesmo qualidade.

Assim restaurar a cor original de um alimento que foi alterado durante o processo industrial, uniformizar a cor de produtos similares e aguçar o paladar através do estímulo da visão são as principais causa do uso de corantes.

O que são corantes?

“Os corantes são substâncias que alteram ou intensificam as cores dos alimentos para melhorar seu aspecto e sua aceitação junto ao consumidor. Um refrigerante sabor laranja sem o corante ficaria com a aparência de água com gás, dificultando sua aceitação, pois primeiro ‘comemos com os olhos'”, disse Fernando Giannini, engenheiro químico especialista em corantes da Mix Indústria de Produtos Alimentícios, de São Bernardo do Campo (SP).

Os corantes podem ser produzidos a partir de derivados da queima de açúcar, feitos a partir de vegetais ou até mesmo de animais, além dos artificiais, sintetizados por processos químicos. É claro que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério da Saúde regulamentam o uso dos corantes na produção de alimentos. Mas, mesmo assim, eles podem fazer mal a saúde de pessoas sensíveis a corantes.

Problemas como alergia, asmas, bronquite e dores de cabeça, e, até mesmo predisposição a alguns tipos de câncer, podem ser ocasionados por corantes. Estudos norte-americanos relacionaram os corantes artificiais ao agravamento de distúrbios comportamentais em crianças, como a hiperatividade, e a proibição de alguns corantes específicos vem sendo discutida em países como os EUA. Por isso, os nutricionistas afirmam que o ideal é sempre preferir alimentos com corantes naturais, aqueles extraídos de frutas, verduras e oleaginosas, como nozes e castanhas.

Balas de goma

Esse hipersensibilidade a corantes faz com que crianças sejam obrigadas a suspender a ingestão de balas e doces, diminuindo o humor e atrapalhando diretamente na auto-estima, além da possibilidade, é claro, das crianças comerem escondido.

Assim no Brasil, não havia nenhuma empresa que produzia balas de goma sem corantes. As balas de goma Dubalaco são as primeiras balas de goma sem corante do Brasil.

Estamos felizes em oferecer um produto 100% natural, sem corante e orgânico.

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Compre as balas DuBalaco.

 

 

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A Fazenda da Toca

Apenas a 200km de São Paulo fica a Fazenda da Toca, na cidade de Itirapina-SP (https://goo.gl/maps/PY1MuqYuRfm). Num espaço de aproximadamente 2.130 campos de futebol produz frutas, ovos e grãos, são 2.300 hectares de produção orgânica. A preocupação com o solo, rico e diverso, possui essas características nutritivas pelos princípios da agricultura regenerativa adotados. O resultado disso são plantas mais saudáveis e frutos mais ricos em nutrientes. Outro ponto importante é o ponto da colheita. Isso mesmo, no tempo certo as frutas são levadas rapidamente para a produção dos sucos. Para finalizar num produto sem conservantes, sem adição de açúcar e sem corantes.

 

Produtos da Fazenda da Toca vendidos na Confraria do Chá

Recentemente a Confraria do Chá recebeu os ovos orgânicos e faremos o lançamento nesta sexta-feira.

 

 

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